31.7.07
para onde vão os carros?
| País | Produção em 2004 | Produção em 2005 | Particip. % 2005 | Evolução em p.p. |
|---|---|---|---|---|
| Estados Unidos | 11.989.387 | 11.980.912 | 18,0 | -0,56 |
| Japão | 10.511.518 | 10.799.299 | 16,2 | -0,05 |
| China | 5.234.496 | 5.707.688 | 8,6 | 0,47 |
| Alemanha | 5.275.207 | 5.437.892 | 8,2 | 0 |
| Coréia do Sul | 3.469.464 | 3.699.350 | 5,6 | 0,19 |
| França | 3.665.990 | 3.549.008 | 5,3 | -0,34 |
| Espanha | 2.937.397 | 2.669.767 | 4,0 | -0,54 |
| Canadá | 2.711.536 | 2.688.363 | 4,0 | -0,16 |
| Brasil | 2.317.227 | 2.528.300 | 3,8 | 0,21 |
| Reino Unido | 1.856.539 | 1.803.049 | 2,7 | -0,17 |
| México | 1.577.159 | 1.670.403 | 2,5 | 0,07 |
| Índia | 1.511.157 | 1.626.755 | 2,4 | 0,1 |
| Russia | 1.386.127 | 1.351.199 | 2 | -0,12 |
| Tailândia | 927.981 | 1.125.316 | 1,7 | 0,25 |
| Itália | 1.142.105 | 1.038.352 | 1,6 | -0,21 |
| Bélgica | 900.273 | 928.965 | 1,4 | 0 |
| Turquia | 823.408 | 879.092 | 1,3 | 0,05 |
| Irã | 788.658 | 817.200 | 1,2 | 0,01 |
| Polônia | 601.000 | 625.443 | 0,9 | 0,01 |
| República Checa | 448.360 | 604.930 | 0,9 | 0,21 |
| Indonésia | 408.311 | 494.551 | 0,7 | 0,11 |
| Malásia | 413.975 | 472.837 | 0,7 | 0,07 |
| Taiwan | 430.814 | 446.345 | 0,7 | 0 |
| África do Sul | 385.929 | 459.218 | 0,7 | 0,09 |
| Austrália | 411.406 | 394.713 | 0,6 | -0,04 |
| Suécia | 340.270 | 338.578 | 0,5 | -0,02 |
| Argentina | 260.402 | 319.755 | 0,5 | 0,08 |
| Áustria | 248.718 | 253.194 | 0,4 | 0 |
| Portugal | 226.728 | 219.135 | 0,3 | -0,02 |
| Romênia | 122.185 | 194.802 | 0,3 | 0,1 |
| Holanda | 247.503 | 180.748 | 0,3 | -0,11 |
| Eslovênia | 131.646 | 177.951 | 0,3 | 0,06 |
| Eslováquia | 176.000 | 176.189 | 0,3 | -0,01 |
| Hungria | 122.666 | 152.015 | 0,2 | 0,04 |
| Paquistão | 93.172 | 156.222 | 0,2 | 0,09 |
| Uzbequistão | 80.729 | 95.814 | 0,1 | 0,02 |
| Ucrânia | 55.855 | 66.372 | 0,1 | 0,01 |
| Colômbia | 42.959 | 55.435 | 0,1 | 0,02 |
| Venezuela | 37.752 | 49.198 | 0,1 | 0,02 |
| Filipinas | 70.728 | 45.311 | 0,1 | -0,04 |
| Egito | 18.066 | 39.325 | 0,1 | 0,03 |
| Belarus | 20.290 | 23.150 | 0 | 0 |
| Finlândia | 10.510 | 21.644 | 0 | 0,02 |
| Servia | 15.194 | 14.179 | 0 | 0 |
| Equador | 3.620 | 25.465 | 0 | 0,03 |
| Chile | 7.185 | 6.660 | 0 | 0 |
| Vietnã | 19.868 | 31.600 | 0 | 0,02 |
| Marrocos | 12.996 | 14.881 | 0 | 0 |
| Nigéria | 4.272 | 2.937 | 0 | 0 |
30.7.07
27.7.07
4.7.07
carne e o aquecimento global
30.6.07
2012 a profecia maia - parte III (final)
18.6.07
2012 a profecia maia - parte II
13.6.07
12.6.07
2012 profecia maia - parte I

11.6.07
criacionismo
Na maioria das civilizações antigas, tanto como nas atuais, é possível encontrar relatos explicando a origem de tudo como um ato intencional criativo, muitas vezes destacando uma[s] figura[s] como o[s] originador[es] da vida. As concepções criacionistas comumente não limitam a ação de um deus à criação do universo e da vida. O Deus judaico-cristão,interfere no destino do seu povo, enviando o dilúvio, conduzindo os casais de animais para a arca de Noé, mandando as pragas ao Egito, abrindo o Mar Vermelho, parando o Sol para Josué consolidar sua batalha, curando e até ressuscitando pessoas, transformando água em vinho, e mais uma infinidade de milagres. O criacionismo, da forma em que este termo é utilizado nos dias de hoje, principalmente na imprensa, é um fenômeno tipicamente americano; refere-se principalmente ao protestantismo norte-americano, de origem sulista e fundamentalista. Fundamentalistas bíblicos que querem incluir nas escolas a idéia de que os relatos bíblicos são uma descrição literal, científica, de como o mundo foi criado, e não como o vêem os católicos e outras igrejas, como uma alegoria. O catolicismo, por exemplo, não tem conflito nenhum com a ciência evolucionista, entendendo os relatos bíblicos como uma descrição meramente poética da criação. Outros grupos religiosos não chegam tão longe a ponto de negar a historicidade do texto bíblico, mas propõem que, os tais "seis dias" da criação poderiam representar, talvez, 6 eras geológicas, em vez de dias literais de 24h. Mas os chamados fundamentalistas insistem em que esta interpretação é errada, e que o mundo realmente foi criado por volta do ano 4000 AC, como se deduz do relato bíblico, somando-se as idades dos patriarcas.
saiba mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Criacionismo
10.6.07
9.6.07
andes derretido
8.6.07
dicas para a prática de meditação
- Escolha um lugar sereno onde você possa sentar-se de maneira confortável e com a coluna ereta. Pode ser numa cadeira ou no chão com as pernas cruzadas. Sentar-se sobre uma pequena almofada ajuda a manter as costas eretas. Use roupas que não apertem nem incomodem.
- Acender um incenso ou colocar uma música bem suave pode ajudar a criar um clima de tranqüilidade no início. Depois de algum tempo, pode ser que você prefira dispensá-los.
- Evite meditar quando estiver com sono ou muito cansado. Você se sentirá frustrado por não conseguir se concentrar e desanimará de sua prática diária. Um bom horário para meditar é pela manhã, quando estamos mais tranqüilos e descansados. Porém, isso também é individualizável. Se você sentir que consegue melhores resultados à noite, escolha esse horário.
- Comece com dez minutos diários. Coloque um relógio para despertar após esse tempo, assim sua mente não poderá sabotá-lo fazendo-o acreditar que já se passaram muito mais que dez minutos.
- Não se mova durante esse tempo. O corpo é como um pote e a mente é a água dentro dele. Mover o recipiente faz com que a água também se mova e, lembre-se, o que você quer é que sua mente permaneça quieta e imóvel.
- A atenção deve estar voltada para o objeto da meditação (a respiração, um símbolo, etc.) sem que isso necessite de grandes esforços. Caso você disperse, reconduza sua atenção suavemente ao objeto escolhido.
- Qualquer coisa que aconteça estará bem. Se houver um monte de pensamentos desfilando pela sua cabeça, se você tiver vontade de chorar ou de rir, se você achar que nunca vai conseguir se concentrar, tudo bem. Apenas continue sentado e, sempre que possível, volte a sua atenção para o objeto sobre o qual está meditando.
5.6.07
greenpeace e o dia do meio ambiente
Para comemorar a Semana do Meio Ambiente deste ano, o Greenpeace convidou a população de grandes cidades brasileiras a usar a cabeça e ajudar a salvar o clima do planeta, participando da Volta pelo Clima. As pessoas participaram de bicicleta, skate, patins ou caminhando. Cerca de 2 mil pessoas participaram do evento em Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre e São Paulo. Devido ao mau tempo, o evento foi adiado no Rio de Janeiro e terá uma segunda edição em São Paulo. As datas ainda estão sendo confirmadas.
O evento fez parte da campanha Mude o Clima!, que o Greenpeace desenvolve para mobilizar a população no combate ao aquecimento global. “Estou aqui, mesmo debaixo de chuva, pois acho fundamental mostrar para as pessoas que todos nós precisamos fazer um esforço individual para combater as mudanças climáticas, economizando energia, deixando o carro em casa, optando por meios de transporte alternativos. Acredito que a os jovens de hoje tem que encarar o desafio das mudanças climáticas", afirmou Renata Martins, 22 anos, que participou da Volta pelo Clima em São Paulo.
“As grandes cidades sofrem cada vez mais com o trânsito caótico e a poluição do ar, por isso devemos mudar os hábitos de transporte agora, para não sofrermos ainda mais no futuro. Ciclovias e arborização são medidas práticas que estão ao nosso alcance e que devemos exigir do poder público”, disse Marcelo Marquesini, da campanha da Amazônia do Greenpeace.
Durante o evento, voluntários da organização distribuíram dicas ecológicas como economizar água e eletricidade, combater o desmatamento da Amazônia, reciclar o lixo, dar preferência aos meios de transporte coletivo e a produtos que usem energia de forma eficiente, como as lâmpadas fluorescentes.
“Foi uma oportunidade para as pessoas entenderem melhor o que cada um de nós pode fazer para ajudar no combate ao aquecimento global. Com este evento, conseguimos envolver as pessoas de maneira concreta, incentivando-as a adotarem mudanças positivas de comportamento no seu dia-a-dia”, afirmou Rebeca Lerer, coordenadora da campanha de clima e energia do Greenpeace.
veja as fotos em:
http://www.greenpeace.org/brasil/greenpeace-brasil-clima/noticias/greenpeace-re-ne-cerca-de-2-mi
2.6.07
1.6.07
degelo glacial tibetano causará 'crise hídrica'
28.5.07
yin yang na filosofia chinesa
Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe, e do equiliíbrio dinâmico entre elas surge todo movimento e mutação. Essas forças são:
Yin: o princípio passivo, feminino, noturno, escuro, frio
Yang: o princípio activo, masculino, diurno, luminoso, quente.
Essas qualidades acima atribuídas a cada uma das dualidade são, não definições, mas analogias que exemplificam a expressão de cada um deles no mundo fenoménico. Os princípios em si mesmos estão implícitos em toda e qualquer manifestação.
Os exemplos acima não incluem qualquer juízo de valor, e não há qualquer hierarquia entre os dois princípios. Assim, referir-se a Yin como negativo apenas indica que ele é negativo quando comparado com Yang, que será positivo. Esta analogia é como a carga elétrica atribuída a protons e electrons: os opostos complementam-se, positivo não é bom ou mau, é apenas o oposto complementar de negativo.
O diagrama do Taiji simboliza o equilíbrio das forças da natureza, da mente e do físico. (Preto) e (branco) integrados num movimento contínuo de geração mútua representam a interação destas forças.
A realidade observada é fluida e em constante mutação, na perspectiva da filosofia chinesa tradicional. Portanto, tudo que existe contém tanto o princípio Yin quanto o Yang. O símbolo Taiji expressa esse conceito: o Yin dá origem ao Yang e o Yang dá origem ao Yin.
Desde os primeiros tempos, os dois pólos arquetípicos da natureza foram representados não apenas pelo claro e pelo escuro, mas, igualmente pelo masculino e pelo feminino, pelo inflexível e pelo dócil, pelo acima e pelo abaixo. Yang, o forte, o masculino, o poder criador era associado ao céu, enquanto o Yin, o escuro, o receptivo, o feminino, o material, era representado pela terra. O céu está acima e esta cheio de movimento. A terra - na antiga concepção geocêntrica - está em baixo e em repouso.Dessa forma, yang passou a simbolizar o movimento e yin o repouso.No reino do pensamento, yin é a mente intuitiva, feminina e complexa, ao passo que yang é o intelecto masculino, racional e claro; yin é a tranqüilidade contemplativa do sábio, yang a vigorosa ação criativa do rei.